
2 abril, 2025
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Vacinação 2025
Com todas as doses vendidas, Campanha de Vacinação da CAA-PR em Foz do Iguaçu imuniza 349 pessoas
"Foi um grande sucesso!", disse Eduardo Costa Apolinário, delegado da CAA-PR
A OAB Foz do Iguaçu sediou, nesta segunda-feira (31/03), mais uma edição da Campanha de Vacinação contra Gripe promovida pela Caixa de Assistência dos Advogados do Paraná (CAA-PR). Neste ano, a campanha iniciou com todas as doses do imunizante tetravalente vendidas.
Eduardo Costa Apolinário, delegado da CAA-PR na subseção, destacou a alta adesão da advocacia. “A campanha em Foz do Iguaçu e Santa Terezinha de Itaipu foi um grande sucesso, com grande adesão da advocacia local”, disse. “A alta procura fez com que todas as doses disponibilizadas fossem vendidas, demonstrando a importância da ação para os profissionais da advocacia”, explicou.
O delegado também mencionou o cuidado da CAA-PR com os grupos especiais e agradeceu o trabalho da CAA-PR, que reafirma o compromisso com a saúde da advocacia.
Confira algumas fotos da Campanha de Vacinação contra Gripe em Foz do Iguaçu:




e Eduardo Apolinario, delegado da CAA-PR
Cuidados além da vacinação
Algumas medidas simples podem auxiliar na prevenção da gripe. Lavar as mãos com frequência, evitar levar as mãos ao rosto, manter os ambientes bem ventilados e higienizar objetos de uso comum são hábitos essenciais para reduzir o risco de contágio. Também é recomendável evitar contato próximo com pessoas gripadas e adotar uma alimentação equilibrada para fortalecer o sistema imunológico. Em caso de sintomas gripais, é importante repousar, manter-se hidratado e, se necessário, procurar atendimento médico para um diagnóstico adequado.
Saiba mais sobre os vírus da gripe
O vírus H1N1, causador da pandemia de gripe suína em 2009, ainda circula sazonalmente e pode provocar sintomas graves, especialmente em grupos de risco. Já o H3N2 é outro subtipo do Influenza A, frequentemente responsável por surtos gripais intensos. Os vírus Influenza A e B são os principais causadores da gripe em humanos, com o tipo A geralmente associado a epidemias mais severas e o tipo B a surtos localizados.
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